terça-feira, 22 de abril de 2014

Dilma: Educação é o passaporte para o futuro do Brasil



Em entrevista ao Café com a Presidenta de 06/01/2014, Dilma Roussef falou sobre a educação brasileira, fazendo um balanço sobre as ações adotadas pelo seu governo em prol da mesma. Segundo a presidenta Dilma, o governo já entregou quase 1.300 creches e outras 3.100 estão em construção. As escolas públicas em tempo integral devem chegar a 60 mil em 2014, e 300 mil professores alfabetizadores estão fazendo cursos de formação. A presidenta também falou da reformulação do Ensino Médio, do Pronatec, do Prouni, do Fies e do Ciência sem Fronteiras.
A presidenta fala da necessidade de os Educadores de todos os níveis aperfeiçoarem seus métodos de ensino e que as medidas pra isso estão sendo adotadas.Outro assunto importante é a reformulação do ensino com base no Enem, demonstrando preocupação com a formação e preparação dos jovens para o mercado de trabalho.

Confira a entrevista no link: http://cafe.ebc.com.br/cafe/arquivo/educacao
Referências

Dilma: Educação é o passaporte para o futuro do Brasil.Disponível em< http://cafe.ebc.com.br/cafe/arquivo/educacao> Acesso em:22 de Abril de 2014

Criatividade e inovação na educação

domingo, 20 de abril de 2014

Repetência: desmotivação



Em matéria exibida na Revista Época, a jornalista Ângela Pinho aponta o Brasil como sendo um dos primeiro em um ranking internacional sobre educação, o problema é que não se trata de matemática, leitura ou ciências. Nessas disciplinas, os alunos brasileiros estão no 53o lugar entre 65 países avaliados. O ranking tratado é o da repetência, de quem mais reprova, onde o país sobe para a quarta posição.
A matéria traz gráficos que comprovam que alunos que foram reprovados tem mais dificuldades que os demais. Outra conclusão da pesquisa foi que a dificuldade de aprendizagem do aluno reprovado aumenta ao longo do tempo. Isso ocorre porque a deficiência de conhecimento é cumulativa. Quem não sabe fazer multiplicação não entende raiz quadrada. Quem não decifra uma frase simples não é capaz, mais tarde, de compreender o sentido de uma metáfora. “Existe um mito de que escola boa é a que repete, mas os números mostram que isso não é verdade”, diz Priscilla Cruz, diretora executiva do Todos Pela Educação.
É difícil erradicar a cultura da repetência. Mas, esse também não é um obstáculo intransponível. As melhores escolas particulares brasileiras já conseguiram vencê-lo. Elas não reprovam praticamente ninguém. Para isso, contam com a vantagem de receber alunos com uma boa base prévia. O mesmo pode ser feito no ensino público, com investimento em creches e pré-escolas de qualidade. As pesquisas mostram que é da infância que vêm a motivação para aprender e as primeiras habilidades cognitivas.
Investir na pré-escola é uma medida de longo prazo. Mas há estudos e experiências que mostram o que fazer para quem já está atrasado: avaliação e reforço escolar. O professor deve diagnosticar rapidamente que alunos não estão aprendendo e fazê-los recuperar ao longo do ano o tempo perdido. Não adianta fazer o aluno passar novamente pelo mesmo processo que não teve êxito uma vez.
O segredo é o investimento nas séries inicias o princípio fundamental da educação é dar uma boa formação ao aluno, tanto no aspecto cognitivo, como no aspecto comportamental. Há a necessidade de se proporcionar ao aluno uma boa base, para que ele possa prosseguir estruturado em seus estudos.


http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2012/09/educacao-estudo-reforca-ideia-de-que-repetencia-prejudica-o-aluno.html

quinta-feira, 17 de abril de 2014

História da educação brasileira



O vídeo de animação a seguir conta de maneira simples e dinâmica a história da educação desde os primórdios com as primeiras descobertas da humanidade.O vídeo também contempla a história da educação no Brasil abordando que apesar de todo o investimento por parte do poder público estamos longe de ter bons índices e pelo contrário vemos crescer a passos largos os índices de criminalidade. Isso só ratifica a ideia de que somente com comprometimento por parte de todos os envolvidos poderemos ser exitosos e reverter esse quadro.



Sistema de cotas: solução?
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Se essa lei for mais um prego no caixão das universidades federais, é importante notar que o eventual óbito terá sido caso de suicídio assistido, não assassinato”

O artigo publicado na revista Veja, por Gustavo Ioschpe, levanta uma discussão sobre o sistema de cotas raciais nas Universidades Federais. Segundo o jornalista esse sistema exclui alunos com melhor desempenho acadêmico beneficiando alunos com menor desempenho pelo mesmo enquadrar-se no sistema de cotas. O jornalista afirma: “acredito que o critério racial fere a isonomia, que é à base da democracia, e tisna o republicanismo com sectarismo. Racismo sempre é ruim, tanto o movido por ódios quanto o por intenções nobres”.
A verdade é que existem argumentos, fundamentados, favoráveis ao sistema, por exemplo, o aumento do acesso de alunos de baixa renda à universidade, promovendo equidade social. Também pode fazer com que pais da classe média baixa tirem seus filhos de escolas particulares e os matriculem em escolas públicas. Na contramão disso estão os argumentos contrários afirmando que, “além de ferir a meritocracia, o que conceitualmente é lamentável para uma instituição de ensino, a chegada de alunos despreparados às universidades federais poderia ameaçar sua qualidade, acabando com boa parte da pouca pesquisa que o país produz.”
O tempo se encarregará de dar as respostas, até agora o que temos é que a Lei de Cotas tem gerado muita discussão em torno das mudanças geradas.

Interessante artigo visto na íntegra através do link: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/para-combater-a-desigualdade-o-caminho-e-a-educacao-basica




quarta-feira, 16 de abril de 2014

Desigualdades educacionais na zona rural 

O artigo publicado pela jornalista Elisângela Fernandes faz uma uma análise da educação na zona rural: “Embora o acesso ao ensino fundamental seja dado como universalizado em todo o Brasil, a persistência das desigualdades educacionais entre as zonas rural e urbana faz lembrar os tempos lentos da história. Em pleno século 21, milhares de crianças e jovens enfrentam inúmeras barreiras para continuar os estudos e concluir as etapas do fundamental e do médio, em cenário que muitas vezes evoca os primeiros anos do século passado. Os números das matrículas no campo mostram que as políticas educacionais na área rural priorizam o atendimento escolar apenas até o 5º ano do ensino fundamental. Daí em diante, o estudante deve, em geral, buscar outras cidades caso queira continuar a estudar. E embora as matrículas no campo representem apenas 13% do total do país, esse percentual representa mais de 6,6 milhões de crianças e jovens espalhados em 83 mil escolas rurais. Esse contingente de alunos é maior do que toda a população do Paraguai.”
É sabido que a zona rural é deficitária em termos de educação. Tudo é mais complicado desde o transporte para levar os alunos até as instalações da escola. Tendo em vista a realidade dos discentes, que precisam exercer atividades e trabalho pesado  exaustivo entende-se o baixo rendimento em comparação às escolas da zona urbana.
A formação dos professores que atuam no campo é desafiadora, não só pela falta de profissionais com nível superior, mas também pela diversidade das realidades sociais encontradas e por prevalecerem o professor polivalente e as classes multisseriadas.  Isso prejudica muito o aprendizado dos alunos.
De acordo com o artigo o investimento seria a chave para resolver esse problema. Excelente artigo.

http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/163/artigo234867-1.asp



Uma análise da Educação Básica brasileira

 O presente artigo faz uma ampla abordagem sobre a situação da Educação Básica em nosso país, contemplando desde o início até os dias atuais. Interessante o quadro comparativo entre o que é chamado de “escola elitista” e o que se almeja a “educação para todos”. O artigo além de apontar os problemas enfrentados em todos os setores aborda as medidas adotadas em prol de mudanças, além de apontar melhores saídas. Excelente artigo para todos os envolvidos no sistema educacional tanto docentes quanto discentes e também gestores. 



http://revistaescola.abril.com.br/img/politicas-publicas/fala_exclusivo.pdf